Jornal do Povo

Bolsonaro vai editar 3 MPs para preservar empregos na crise do COVID-19

Jair Bolsonaro Presidente da República informou na tarde desta 4ª feira (1º.abr.2020) que editará 3 MPs (medidas provisórias) até 5ª (2.abr) para socorrer a Economia no surto do coronavírus. O total destas 3 medidas com algumas outras iniciativas já anunciadas é da ordem de R$ 200 bilhões, de acordo com o ministro Paulo Guedes (Economia). Ou seja, equivale a 2,6% do PIB (Produto Interno Bruto).

Eis as MPs a serem editadas:

  • MP Trabalhista – para manutenção de empregos, com gasto de R$ 58 bilhões, segundo Bolsonaro;
  • MP que trata de concessão de créditos para manutenção de empregos – gastos na ordem de R$ 34 bilhões;
  • MP para Estados e municípios – define socorro emergencial no valor de R$ 16 bilhões.

A estimativa inicial da IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado era de que o auxílio beneficiaria diretamente 30,5 milhões de cidadãos –em torno de 14% da população do Brasil, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia). O custo seria de R$ 59,9 bilhões.

O ministro Paulo Guedes, no entanto, disse que Bolsonaro determinou ampliar a medida para alguns microempreendedores e trabalhadores formais, o que resultaria num total de 54 milhões de beneficiados, ao custo de R$ 98 bilhões.

Guedes contabilizou o total de R$ 98 bilhões do auxílio emergencial; R$ 16 bilhões de socorro para Estados e municípios; R$ 40 bilhões de crédito (sendo R$ 34 bilhões da União e R$ 6 bilhões do setor bancário privado); e R$ 51 bilhões do “programa trabalhista”, que dá “várias possibilidades” às empresas, para calcular o total de R$ 200 bilhões.

Uma das possibilidades mencionadas por Guedes é a redução da jornada de trabalho do empregado. Nestes casos, o governo completaria com “20%, 25%, 30% do salário”. Ele afirmou que o governo está “pagando para as empresas manterem os empregos”.

Já a linha de crédito lançada pelo Tesouro, de acordo com ele, é “déficit primário na veia”. A medida deve servir para auxiliar as empresas e tentar preservar os empregos. O ministro falou que há duas “ondas” por causa do coronavírus. A 1ª é relacionada à Saúde. Já a 2ª é ligada aos postos de trabalho, que devem ser afetados.

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Reportagem

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