Jornal do Povo

Coluna Dia Um – 03/01/2021: A esperança nas novas páginas

Caros leitores,

O novo ano chegou. Para alívio de quem temia um décimo terceiro mês em 2020, 2021 apareceu feito um recomeço, como deve ser.

Após tempos turbulentos, a esperança de um futuro límpido no horizonte revigora a alma, abastece o coração.

É claro que a simples virada na data não representa uma mudança de consciência; nossos velhos costumes permanecem conosco, e assim farão até que façamos algo a respeito. O mundo, com seus defeitos e virtudes, amanheceu janeiro da mesma forma que encerrou dezembro – é importante frisar.

Contudo, qual seria a graça da racionalidade se não pudéssemos nos permitir um pouquinho de sonho? 2021 é um livro novo: até então incógnito a nós, que já lemos histórias parecidas antes, mas que não temos como saber se estamos diante da melhor.

Viramos o calendário num período de incertezas, mas talvez nos encontremos mais próximos da solução, da compreensão, do pleno entendimento, do que estávamos ontem.

De um jeito ou de outro, por mera ilusão ou genuíno desejo, é hora de dobrar as mangas. É hora de dobrar as mangas para continuar o trabalho; é hora de revestir-se de fé. Que a empatia e o bom senso estejam ao nosso lado durante a jornada, e que a leitura de 2021 se prove tranquilizante, acalentadora e cativante.

Que o melhor esteja por vir!

Ariel Fedrizzi

Ariel Fedrizzi

Com 24 anos de idade e natural de Caxias do Sul – RS, Ariel Fedrizzi é fascinado desde sempre por contar histórias. Tem nas palavras a chave para dar voz a quem não é ouvido e trazer luz ao que não é visto. Cronista por exercício, poeta por preguiça, contista por pendor, teve diversos artigos publicados no Jornal Pioneiro, mas tem sede por mais. Iniciou, em fevereiro de 2019, um projeto de divulgação do seu trabalho autoral nas redes sociais, e hoje conta com participação em alguns eventos literários no currículo (destaque para o Fora da Caixa, do Centro Universitário FSG, e para o Sarau de Poesia do Instituto Cultural Taru), e, claro, a materialização de seus escritos através dos cards literários, uma de suas maiores invencionices.



Publicidade

Escreva um comentário

Siga-nos

Estamos também nas Redes Sociais. Segue a gente lá!!