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Rio Grande do Sul

Fabrício Carpinejar é o patrono da Feira do Livro de Porto Alegre; bancas voltam para Praça da Alfândega

Redação

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Depois de uma edição totalmente online, por causa da pandemia de Covid, a feira retorna para o Centro da Capital, de 29 de outubro a 15 de novembro. Sessões de autógrafos acontecem presencial e programação ainda terá atividades online. Fabrício Carpinejar é o patrono da Feira do Livro de Porto Alegre
A Feira do Livro de Porto Alegre volta às ruas do Centro da Capital em 2021. Após um ano em formato online, em razão da pandemia de Covid-19, o evento ocorre novamente na Praça da Alfândega, em modelo híbrido. Em evento online na manhã desta segunda-feira (27), também foi anunciado o patrono escolhido para essa edição, o escritor Fabrício Carpinejar.
Segundo a Câmara Rio-Grandense do Livro, 56 associados estarão com barracas com as tradicionais dicas de leitura, descontos e saldos. A 67ª edição também promoverá 36 encontros em lives transmitidas, entre 18h e 19h30, de um estúdio criado no Memorial do Rio Grande do Sul.
Evento volta a receber bancas de livros na Praça da Alfândega
Adrise Ferreira/Divulgação
O Pavilhão de Autógrafos individuais também está de volta, ao ar livre, em sessões reduzidas e espaçadas, que somam 360 ao longo da Feira.
Com o tema “Para ler um novo mundo”, a Feira ocorre dos dias 29 de outubro a 15 de novembro.
Patrono
Fabrício Carpinejar assume o posto do escritor Jeferson Tenório, que enfrentou os desafios da única Feira totalmente online, em razão da pandemia. Tenório foi o primeiro patrono negro, e o mais jovem a ser escolhido, aos 43 anos.
“A minha experiência enquanto patrono no ano passado foi muito importante, gratificante. A feira se mostrou muito forte, muito inovadora, conseguir fazer uma programação toda online, com discussões incríveis”, diz Jeferson.
Fabrício Carpinejar é jornalista com experiência em programas de rádio e TV, ator interpretando suas crônicas, palestrante e escritor premiado. Tem três milhões de seguidores nas redes sociais. Ele é filho da poeta Maria Carpi, patrona da Feira do Livro de 2018.
“Uma alegria gigantesca. 67 [o número de edições], não vai sair mais da minha vida. É um sonho da minha vida porque desde pequeno o patronato da Feira do Livro sempre foi um exemplo de dedicação, de afeto, de carinho. Eu ter sido antecedido pelo Jeferson, me da mais alegria ainda. Eu lembro que quando eu era pequeno, a gente sempre esperava o anúncio do patrono. Minha mãe me ensinou a ler e escrever em casa, e ela dizia como uma referência: ‘escreva, leia, porque um dia você pode ser patrono'”.
O comunicador escreve crônicas semanais para o jornal O Tempo e é comentarista do programa “Encontro Com Fátima Bernardes”, da Rede Globo.
Com 47 livros publicados, e mais de 20 prêmios literários, entre eles duas vezes o Prêmio Jabuti, Fabrício Carpinejar é um dos escritores contemporâneos brasileiros mais reconhecidos do país. As obras transitam entre diversos gêneros como poesia, crônicas, infanto-juvenis e reportagens.
“Essa feira é significativa emocionalmente pra todo mundo somar as partes quebradas. Pra colarmos as partes quebradas dentro de nós. Pra gente reencontrar alegria, da convivência, a partir das sessões de autógrafos. Os escritores voltarão a encontrar seus leitores depois de um longo período de isolamento, poderemos sorrir pelos olhos, ainda de máscara. Poderemos entender o quanto estamos sedentos de cultura, famintos, o quanto a gente quer estar de novo de posse da nossa cidade”, disse.
Fabrício Carpinejar
Divulgação/ImpulseOn
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