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Rio Grande do Sul

Faders lança carteira para identificar pessoas com autismo no RS

Redação

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Documento serve para comprovar o transtorno do espectro, já que autismo não é visível fisicamente. Saiba como solicitar. Carteira de identificação da pessoa com autismo
Divulgação / Faders
A Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para PcD e PcAH no Rio Grande do Sul lançou, nesta sexta-feira (18), a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo (Ciptea). Qualquer pessoa com autismo pode fazer o documento gratuitamente.
A carteira é importante já que o transtorno do espectro não é visível como a síndrome de Down, e assim, pessoas com autismo podem comprovar que são portadores, numa forma de exigir os seus direitos.
Também funciona para que associações, estado e municípios consigam ter dados da população com autismo para cobrar ou planejar políticas públicas para o grupo.
“As pessoas olham pra nós, olham pros nossos filhos, que não têm uma deficiência visível, e ficam nos questionando. Então, ter essa carteira vai nos dar essa questão da prioridade pela lei, né. Vai facilitar porque nós vamos mostrar a carteira”, destaca a presidente da Associação de Autistas, Amigos, Pais e Mães de Pelotas, Eliane Bitencourt.
O documento pode ser solicitado no site da Faders.
“Tem a foto da pessoa, a identificação, atrás a identificação das duas pessoas responsáveis que tu pode entrar em contato e tem um QR code, fazendo a leitura vai levar pra página da Fadergs e a página vai ter todos os outros dados que não tem aqui, inclusive com o médico que atende”, diz o presidente da Faders, Marquinho Lang.
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