Jornal do Povo

Pandemia para que te quero?

Estou em casa desde que iniciou a Pandemia da #COVID19. Ao mesmo tempo em que eu poderia escrever um livro sobre as histórias vividas até aqui, período em que tivemos que “abrir os olhos” para não perder a sanidade.

Começamos com a ideia de “quarentena”. No início quase não se entendia bem o que estávamos fazendo ou contra quem estávamos lutando… o inimigo “invisível” estava com pouca “moral”. Usa máscaras era quase que um motivo de piada. Lembro que quando encontrávamos alguém com máscara logo pensávamos que estava contaminado.

Um ano já se passou. A quarentena não acabou, as máscaras já estão em nosso dia a dia. O álcool em gel é um adereço das mesas e dos carros. E, infelizmente, o abraço e o sorriso estão cada vez mais escassos. Porém, o amor e a solidariedade estão ganhando força em nossos corações e lares. Mesmo que digam que a carência está confundindo os gestos de carinho e gratidão, eu escolho “o copo meio cheio”.

por jornalista Lucas Brito

Reportagem

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