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Antropologia

RESSACA PÓS-ESTRESSE

Dieison Barcarolo

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Um termo muito conhecido por suas infindáveis lembranças. Mas, cuidado, muitas vezes quem as lembra não são os embriagados que vivificam seus insanos pensamentos. Embora os fidalgos convivas que nos acompanham nestes nefastos momentos sejam de grande valia, as lembranças é que nos deixam suas marcas. Algumas tão doloridas que as cefaleias pedem um dia de folga para descanso.

Mas, ressaca mesmo é noutro momento. Talvez, sem medo de errarmos, a ingestão excessiva de álcool no sangue é, ainda, branda comparada ao pós-estresse. Não obstante, as mãos sofrem ranhuras e hematomas que se pergunta: qual a culpa das minhas mãos. Ou ainda, uma eterna reflexão sobre a necessidade de expor nosso psicológico ao nosso frágil corpo contra a parede. Contudo, não é de tão errôneo que as insanidades cometidas no momento de estresse sejam tão parecidas a embriaguez. Por conseguinte, a ressaca surge fruindo de nossas mazelas e demasiadas falta de controle.

Em suma, há algumas técnicas para reverter o efeito da ressaca. Mas, muito melhor é lhe evitar. Ou, se parecer muito difícil, silenciar a mente para o corpo não sofrer das mazelas e insanidades do estresse. Ademais, um bom abraço sempre lhe cairá bem.

DIEISON BARCAROLO

sem.jak2015@gmail.com

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